terça-feira, 9 de agosto de 2011

Computação em nuvem. A revolução do compartilhamento.


Olá pessoal!

Talvez nem todos conheçam o termo, mas acredito que todos nós já entramos em contato, ainda que indiretamente, com essas tecnologias que ainda começam a ganhar força na maior parte do Brasil, mas que já são largamente utilizadas mundo afora.

A possibilidade de acesso livre, em qualquer parte do mundo e a qualquer hora a seus conteúdos, sem a prévia necessidade de armazenagem em algum tipo de dispositivo portátil é a promessa que empresas como o Google tem cumprido primorosamente. Como o acesso à internet hoje é possível em praticamente todos os lugares, os casos de indivíduos que não possuem mais nenhum bite de arquivo em seu computador tem aumentado vertiginosamente. Livres de Danos, perdas ou quaisquer outros aspectos físicos da manutenção em um hardware, os arquivos em nuvem já são bem populares nos Estados Unidos e Europa e prometem revolucionar a forma como pessoas e empresas gerenciam e compartilham seus informações.


Aqui vão algumas dicas para entrar de vez na era da nuvem:

Google Docs: Através desse conjunto de sofwares on-line, sem necessidade de qualquer instalação em seu computador, o Google Docs é um ótimo substituto ou, para os mais conservadores, suporte virtual ao pacote de programas do Microsoft Office. Através dele é possível a criação, edição e conversão de textos, planilhas, apresentações em slides, formulários ou desenhos, tudo salvo automaticamente na nuvem.

Grooveshark: Trata-se de "um site de compartilhamento de músicas on-line. O site permite que o usuário faça o upload de suas músicas que ficam disponíveis para serem ouvidas por outros usuários. Grooveshark tem um fluxo médio de 50 a 60 milhões de música por mês e cerca de 400 000 usuários com uma taxa de crescimento de 2 a 3% por mês."

Picassa Web: "É um serviço gratuito do Google para o armazenamento e compartilhamento de fotos na internet. Tem total integração com o programa de computador de mesmo nome, Picasa, em sua opção Álbuns da Web, sincronizando os álbuns de fotos locais com os online. Atualmente o Google disponibiliza 1 gigabyte gratuito para o armazenamento das fotos, mas também tem planos pagos para armazenamento extra (neste caso o espaço extra é compartilhado com os serviços Gmail e Google Docs)."

A nuvem está aí. E quem estiver disposto a se adaptar e usufruir de todo o seu potencial para os negócios, com certeza, terá um grande diferencial competitivo.



Grande abraço a todos!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Empresa familiar, como sobreviver às gerações?

Olá pessoal,

Buscando compreender melhor a dinâmica das empresas familiares, me deparei com um artigo escrito por Kátia Simões para a revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios que me trouxe informações muito interessantes as quais tenho o prazer de compartilhar com vocês agora.



Como é sabido, apenas uma em cada três empresas familiares ultrapassa a terceira geração de seus fundadores. Destas, somente 30% chegam à quarta geração. Como contrariar as estatísticas?

Eis aqui 8 lições, baseadas no texto supracitado, para garantir a longevidade dos negócios familiares:

1 - Controlar o caixa: Controlar o caixa com pulso firme e impedir que despesas familiares comprometam os cofres da companhia é a ordem. Criar um planejamento financeiro e forçar a distinção entre dinheiro da família e o caixa da empresa é fundamental para a saúde financeira do negócio.

2 - Selecionar de forma criteriosa: Ter uma empresa familiar não significa dizer que você precise empregar aquele primo sem-noção que leva seu tio à loucura. Ademais, como a própria autora do artigo comenta, "Os descendentes do fundador precisam acumular experiência no mercado e aprender a olhar a empresa da família não como uma herança, mas como um negócio"

3 -  Contornar conflitos: Dados de pesquisas recentes afirmam que cerca de 65% dos casos de mortalidade das empresas familiares advém de problemas no relacionamento entre parentes. Mostra-se de grande valor a manutenção de relacionamentos saudáveis e diálogo aberto dentro dessa classe de empresas com a finalidade de evitar conflitos desnecessários e manter os canais de comunicação familiar-corporativa abertos.  

4 -  Contruir vínculos de lealdade: Contruir e manter o vínculo dos descendentes com o negócio é de vital iomportância para a continuidade sadia da organização. Deve este ser um exercício diário de estimulo à participação dos herdeiros desde cedo à rotina da companhia, bem como um alinhamento com os princípios e valores que nortearam a fundação do negócio.

5 - Estar atento ao fluxo do mercado: Empresas duradouras tem como característica comum a atenção aos rumos que o mercado segue, bem como às ações da concorrencia e stakeholders.

6 - Aprender com os erros: Ao passar por problemas na empresa, e eles acontecerão, o importante é gerar aprendizado. Contruir uma história de superação é uma ferramenta fundamental para obter sucesso na organização e inspirar as novas gerações de líderes e funcionários.

7 - Olhar no futuro: Tradição é uma das características mais importantes das organizações familiares, entretanto não se pode perder de vista que mirar o futuro e a inovação é pré-requisito para a construção de um futuro promissor e manutenção da competitividade.

8 - Renovação de Talentos: Cada geração de novos lúderes da empresa deve gerar novo ânimo à organização com modelos de gestão e resiliência frente aos novos desafios.


Apesar de simples, percebo que estas são lições que devemos manter sempre em mente e refletidas em nossas ações.


Grande abraço,

domingo, 24 de julho de 2011

"A guerra das colas"

Era…
Agora…
A eterna guerra das colas entre a Pepsi e a Coca-Cola acaba de ganhar um novo capítulo, desta vez puxado pela Pepsi.
A marca lançou no exterior dois comerciais em que os principais ícones da história da Coca, o Papai Noel e o urso polar, aparecem de férias, experimentando a bebida da concorrente.
Com a assinatura “Summer Time is Pepsi Time” (“Verão é tempo de Pepsi”, em uma tradução livre), o primeiro comercial mostra o Papai Noel, símbolo comercial natalino, tirando férias em uma praia ao lado de seus duendes.
No segundo filme, os ‘sequestrados’ pela Pepsi são os ursos polares, mascotes emblemáticas das campanhas da Coca-Cola.
Frequente no mercado desde os anos 70, a ‘guerra das colas’, como ficou conhecido o embate entre as duas marcas na publicidade, já ganhou dezenas de comerciais provocativos, geralmente lançados nos Estados Unidos, onde a propaganda comparativa é uma prática mais recorrente.

Texto extraído do site: